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Cirurgia Minimamente Invasiva
Rosi Pereira Balbinotto

O que é CMI ginecológica?

A cirurgia minimamente invasiva ginecológica é uma cirurgia com uma série de vantagens, em especial no que diz respeito ao pós-operatório – normalmente, a mulher volta às suas atividades normais em menos tempo do que se fizesse uma cirurgia tradicional, menor risco de infecção e melhor resultado estético. A cirurgia ginecológica pode ser realizada pelas vias: abdominal, vaginal ou endoscópica (laparoscopia ou histeroscopia). Considera-se a CMI, as vias vaginal e endoscópica.

O que mudou em relação os outros tipos de cirurgia?
A maneira como se aborda as patologias ginecológicas, tratando somente o órgão doente, menores cortes na parede abdonimal e pele, usando a tecnologia, uso de instrumentais modernos e o usa da energia mais seguras.

Que tipos de cirurgias ginecológicas podem ser realizadas com a CMI?

Praticamente todas as doenças com indicação cirúrgica ginecológica podem ser realizadas com técnicas de cirurgia minimamente invasiva. Entre elas estão: a ligadura de trompas, retirada de cisto de ovário, liberação de aderências, biópsia de ovário, retirada do ovário, cirurgia da endometriose, recanalização de trompa (reversão da ligadura), cirurgia da incontinência urinária, a histerectomia (retirada do útero), pólipos uterinos, retirada de miomas, cirurgias de câncer do útero, entre inúmeros tipos de cirurgias. Isto sem falar nas cirurgias de apêndice, hérnias, que ficam mais para o cirurgião geral. A exceção ocorre para os tumores ovarianos malignos, que necessitam de cirurgia pela via abdominal tradicional.

Quais as vantagens da CMI?

Cicatriz de cirurgia tradicional (laparotomia) As vantagens deste procedimento em relação à cirurgia convencional são:
1. menor dor no pós-operatório;
2. menor tempo de internação;
3. melhor resultado cosmético, com cicatrizes menores;
4. retorno mais rápido às atividades rotineiras;
5. menor índice de infecção de ferida cirúrgica;
Isto é extremamente importante para a mulher moderna que está no mercado de trabalho nos dias de hoje.


 

 

 

 

O que é videolaparoscopia ginecológica?

A videolaparoscopia é uma técnica de cirúrgica minimamente invasiva, ou seja, na qual utilizamos apenas pequenas incisões entre 0,5 e 1,0 cm para observar o interior da cavidade abdominal pélvica e os órgãos aí presentes, através de lentes potentes, micro câmeras e monitores de vídeo (televisão).
É uma técnica de diagnóstico, mas pode se transformar em tratamento, ou seja, em cirurgia laparoscópica ginecológica. Também através destes pequenos portais, podemos utilizar instrumentos especiais sem introduzir as mãos na cavidade abdominal, retirando as peças cirúrgicas em sacos especiais para a análise do patologista.

O que é video-histeroscopia?

A video-histeroscopia é um exame endoscópico e cirúrgico do útero o qual permite a visualização do canal endocervical e da cavidade uterina. É realizado com equipamento denominado histeroscópio, na paciente em posição de exame ginecológico.
Após colocação de um espéculo na vagina, o histeroscópio é introduzido através do colo uterino. Com uma microcâmera conectada ao equipamento, a imagem é projetada em um monitor, após então introduzida as pinças específicos para biópsias dirigidas ou realização de retirada de pólipos, miomas e liberação de aderências uterinas (sinéquias) entre outros procedimentos. 



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